Uma seleção de investimentos que atravessa as grandes teses do próximo ciclo — juros em dólar, diversificação global, inteligência artificial, energia e os metais que sustentam tudo isso. Cada ETF com o racional por trás da escolha.
ETF de títulos do Tesouro americano com taxa flutuante — papéis cuja remuneração acompanha de perto os juros curtos dos Estados Unidos. Tem baixa oscilação de preço porque não depende tanto de apostas sobre a queda ou alta dos juros longos. Em um cenário de juros elevados por mais tempo, permite capturar rendimento em dólar com uma estrutura mais conservadora e previsível.
Com mais de 4.000 ações, 48 países e quase 90% do mercado global, é um ETF de diversificação geográfica — extrapola o mercado americano para buscar retornos na Europa, na Ásia e até em emergentes. É também um fundo de acumulação, reinvestindo dividendos automaticamente.
Replica o Nasdaq-100, com gigantes como Apple, Microsoft, Nvidia, Broadcom e Meta no topo. É uma das formas mais simples e líquidas de acessar empresas na ponta da inovação em cloud, inteligência artificial, semicondutores, plataformas digitais e software.
Deixe seu contato uma vez e revele os outros 7 nomes da lista, com o racional completo de cada um.